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Gestão de Ativos RFID

Controle de ativos: planilha vs RFID — quando trocar

Comparativo honesto entre controle de ativos por planilha e por RFID, com os sinais práticos de que sua empresa já passou do ponto de migrar.

15 de abril de 2026 6 min de leitura

O ponto onde planilha vira risco

Planilha funciona até ~500 ativos com baixa movimentação. Acima disso, ou em qualquer cenário com movimentação alta (TI, equipamentos médicos, ferramentas), a planilha começa a divergir da realidade física em semanas — e ninguém percebe até a próxima auditoria.

Sinais práticos de que está na hora de trocar

Você já ouviu 'a planilha está desatualizada, vou conferir e te devolvo'. O inventário oficial leva mais de uma semana para fechar. Auditoria reclama de divergências acima de 10%. Funcionários consultam fisicamente o galpão porque não confiam no sistema. Qualquer um desses cenários já paga o investimento em RFID.

O que muda com RFID

Inventário em minutos, com acurácia acima de 98%. Movimentação entre ambientes registrada automaticamente (com portais fixos). Histórico completo por ativo — quem usou, quando, onde está agora.

Para o time financeiro, isso significa baixa contábil correta. Para facilities, fim das compras duplicadas. Para TI, controle real do parque de equipamentos.

Custo de não migrar

O cálculo que ninguém faz: 1% de perda anual em um parque de R$ 5 milhões de ativos é R$ 50 mil. Um projeto RFID se paga só com a redução de perdas, antes mesmo de contar ganho de produtividade no inventário.

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